Arte está em exames de Enem, Unesp, UnB e FGV-Direito

Arte está em exames de Enem, Unesp, UnB e FGV-Direito

 

Arte está em exames de Enem, Unesp, UnB e FGV-Direito

01/09/2009

PATRÍCIA GOMES

da Folha de S.Paulo

 

Museus de arte no Brasil

Bahia

Espírito Santo

Minas Gerais

Paraná

Pernambuco

Rio de Janeiro

 Rio Grande do Sul

Santa Catarina

São Paulo

LITERATURA

 

Livros indicados para o vestibular 2010 - Fuvest e Unicamp

 

Auto da barca do inferno - Gil Vicente;
Memórias de um sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida;
Iracema - José de Alencar;
Dom Casmurro - Machado de Assis;
O cortiço - Aluísio Azevedo;
A cidade e as serras - Eça de Queirós;
Vidas secas - Graciliano Ramos;
Capitães da areia – Jorge Amado;
Antologia poética (com base na 2ª ed. aumentada) – Vinícius de Moraes.

 

Você pode baixar esses e outros livros em http://www.dominiopublico.gov.br

FILMOGRAFIA

Pré-História

A GUERRA DO FOGO, 1981, direção de Jean Jacques Annaud. 
História romanceada da descoberta do fogo. Muito interessante pela ambientação e pelas caracterizações humanas. 125 min.

Egito

EGITO EM BUSCA DA ETERNIDADE, 1983, produção da National Geograph.
Ótima produção sobre antiga civilização egípcia e os esforços atuais para a sua recuperação e preservação. 60 min.

Grécia

ULISSES, 1955, direção Carlo Ponti.
Adaptação da Odisséia, trata de algumas história do herói Ulisses após a Guerra de Tróia. 104 min.

ELECTRA, 1962, direção Michael Cacoyannis.
Após descobrir que seu pai foi assassinado pelo amante de sua mãe, Electra planeja uma vingança. Destaque: Famosa tragédia grega baseada em peça de Eurípedes, em que Electra acaba matando a mãe com a ajuda do irmão Orestes. Irene Papas interpreta Electra - a atriz também integra o elenco de "Zorba, O Grego", dirigido por Michael Cocayannis. Indicado ao Oscar de filme estrangeiro. Premiado no Festival de Cannes (FRA) na categoria melhor adaptação.
113 min

Roma

A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO, 1964, direção de Antony Mann.
Filme épico que conta, com imprecisões históricas, o início da decadência do Império Romano. 153 min.

BEN-HUR, 1959, direção Cecil B. de Mille.
Aventura épica ambientada no início da era cristã que conta as lutas de Ben-Hur para libertar Jerusalém do domínio romano, 211 min.

SPARTACUS, 1960, direção de Stanley Kubrick.
Super produção baseada no romance histórico de Howard Fast sobre a revolta de escravos liderada por Spartacus em 73 a.C. 190 min.

ASTERIX E A SURPRESA DE CÉSAR, 1984.
HQ do herói gaulês, Asterix e Obelix ingressam na Legião Romana para salvar a bela jovem e o noivo.
90 min.

GLADIADOR, 2000, direção de Ridley Scott.
Transformado em escravo pelo corrupto e incestuoso herdeiro do trono, o general romano Maximus, torna-se um gladiador. Seu poder na arena acaba por levá-lo a Roma, ao Coliseu e a um corrupto de vingança com o novo imperador. 155 min.

SATIRICON, direção Frederico Fellini.
Cenários e fotografias exeburantes contando uma história fragmentada da Roma Antiga.
129 min

 Idade Média

IVANHOÉ, O VINGADOR DO REI, 1952.
O cavaleiro medieval Ivanhoé enfrenta os inimigos do Rei Ricardo Coração de Leão. 106 min.

EL CID
, 1961.
História do legendário cavaleiro cristão que enfrenta os invasores mouros na Espanha. 184 min.

EM NOME DE DEUS
, direção Clive Donner
Amor a primeira vista que se desdobra em adoração irreverente e inconseqüente, entre um mestre de teologia com votos de castidade e uma bela mulher erudita da aristocracia do século XII. Uma estória de amor e lealdade, paixão e desafio e uma espantosa e terrível vingança.

O NOME DA ROSA

SENHOR DA GUERRA

O SÉTIMO SELO, 1957, Ingmar Bergman

Neste conto moral um cavaleiro medieval, de volta das Cruzadas, joga xadrez com a morte. Carregado de belas e gélidas imagens em preto e branco, derivadas dos afrescos religiosos da Idade Média.

 

Renascimento

AGONIA E ÊXTASE, 1965. Baseado no romance de Irving Stone.
Conta os conflitos entre o artista renascentista Michelângelo e o seu protetor, o Papa Júlio II. 140 min.

GIORDANO BRUNO
, 1973.
Filme biográfico sobre um dos percursores da ciência moderna, o filósofo, astrônomo e matemático Giordano Bruno, queimado vivo pela Inquisição. Bela e real reconstituição da época. 123 min.

1492 - A CONQUISTA DO PARAÍSO, direção Ridley Scott
O filme trata das duas primeiras viagens que se tornaram um marco na vida desse almirante e nos leva a terceira a última etapa da deslumbrante aventura. Bravura cegueira, triunfo, desespero e a arrogância do Velho Mundo, em contraste à inocência do Novo Mundo, sucedem nesta ordem, uma história por poder e paixão. 150 min.

Século XVIII

BARRY LYNDON, 1975, direção Stanley Kubrick.
Belo filme que mostra a vida inglesa no século XVIII. Soldado sem escrúpulos convocado para a guerra envolve-se em diversas falcatruas e depois enfrenta uma tragédia. 183 min.

LIGAÇÕES PERIGOSAS, 1988, direção Stephen Frears
França, 1788. A Marquesa de Merteuil (Glenn Close) precisa de um favor do seu ex-amante, o Visconde de Valmont (John Malkovich), pois seu ex-marido está planejando se casar com uma jovem virgem e ela deseja que o Marquês, que é conhecido por sua vida devassa e suas conquistas amorosas, a seduza antes do dia do casamento. No entanto, ele tem outros planos, pois planeja conquistar uma bela mulher casada (Michelle Pfeiffer), que sempre se mostrou fiel ao marido e é religiosa. A Marquesa exige então uma prova escrita dos seus encontros amorosos e, se ele conseguir tal façanha, ela lhe promete como recompensa passarem uma noite juntos. Mas os jogos de sedução fogem do controle e os resultados são bem mais trágicos do que se podia imaginar
120 min

AMADEUS, 1984, direção Milos Forman
Após tentar se suicidar, Salieri (F. Murray Abraham) confessa a um padre que foi o responsável pela morte de Mozart (Tom Hulce) e relata como conheceu, conviveu e passou a odiar Mozart, que era um jovem irreverente, mas compunha como se sua música tivesse sido abençoada por Deus
158 min

Romantismo

GOYA, direção Carlos Saura
Aos 82 anos, o pintor Francisco de Goya vive no exílio com a última de suas amantes, Leocadia. Reconstruindo os principais acontecimentos de sua vida para sua filha caçula, ele se lembra dos tempos em que era jovem e ambicioso, e lutou para conquistar seu espaço na corte do rei Carlos IV, em meio a intrigas palacianas, seduções e mentiras. Lembra-se, também, de seu único amor verdadeiro, a duquesa de Alba, cuja vida foi interrompida por uma dose de veneno. Goya artista genial, que em momento algum abandonou a preocupação pelo seu país e pelo seu povo. A era de luz e cor da corte Bourbon abre caminho para o  mesmo. Goya que, aos 46 anos, ficou surdo, um fato que gerou importante reviravolta em seu trabalho. Enquanto ficava claro na Espanha que os dias de absolutismo, sob as novas pressões do Iluminismo, chegava ao fim, Goya descobre um novo mundo criativo em suas pinturas soturnas e seus chamados caprichos.

Século XX

2001 - UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO, 1968, Stanley Kubrick Uma saga estelar e filosófica que iria influenciar toda a ficção científica produzida no futuro. E mais: que parece ter sido produzida no futuro, graças à atualidade de seu tema e de sua concepção visual. O computador falante HAL 9000 é elevado à categoria dos grandes personagens do cinema, um ser feito de chips mas triturado por dilemas existenciais.

APOCALYPSE NOW, 1979, Francis Ford Copolla O diretor rodou este épico moderno nas Filipinas, ao custo da própria saúde. Foram 40 milhões de dólares gastos com helicópteros, bombardeios napalm e um elenco em que Marlon Brando, sem cabelo, pesado, imerso nas sombras, recita T.S.Eliot. A loucura da guerra do Vietnã - e de todas as guerras -, no seu retrato mais cruel (inspirado no livro Coração das Trevas, de Joseph Conrad). Demorou cinco anos de filmagens infernais.

CIDADÃO KANE, 1941, Orson Welles O cinema se divide em antes e depois deste filme. A história do magnata da empresa Charles Foster Kane é contada pelo diretor com a câmera posicionada em ângulos inéditos, cenários desolados refletidos na profundidade dos espelhos e uma narrativa em flashbacks, distribuídas em diversos pontos de vista. Mostra que há tantas maneiras de buscar a verdade quanto esta tem de se ocultar.

1900, 1976, direção de Bernardo Bertolucci.
A história de uma rica família italiana serve para mostrar a Itália do início do século, a crise dos anos 20 e 30 e a ascensão do fascismo na Itália. 239 min.

ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO, direção Peter Cohen
Este filme lembra que chamar a Hitler de artista medíocre não elimina os estragos provocados pela sua estratégia de conquista universal. O veio artístico do arquiteto da destruição tinha grandes pretensões e queria dar uma dimensão absoluta à sua megalomania. Hitler queria ser o senhor do universo sem descuidar de nenhum detalha da coreografia que levava as massas à histeria coletiva a cada demonstração. O nazismo tinha como um dos seus princípios fundamentais a missão de embelezar o mundo. Nem que, para tanto, destruisse todo o mundo. 

TEMPOS MODERNOS
, 1936, direção Charles Chaplin.
Obra prima do cinema mudo, durante a depressão (1929). Carlitos trabalha numa grande indústria. Chaplin procura denunciar o caráter desumano do trabalho industrial mecanizado, da tecnologia e da marginalização de setores da sociedade. 88 min.

O DISCRETO CHARME DA BURGUESIA
, 1972, direção de Luis Buñuel.
Obra prima surrelista extremamente crítica. Seis burgueses se reúnem para jantar, mas são impedidos por acontecimentos espantosos. 105 min.

BASQUIAT - TRAÇOS DE UMA VIDA
, 1996, direção Julian Schnabel.
Filho de pai haitiano e mãe porto-riquenha, Basquiat revela seu talento como grafiteiro. É assediado por marchands, até cair nas graças do pai da Pop-Art, Andy Warhol.

OS AMORES DE PICASSO
, 1996, direção James Ivory.
Conta a vida de Picasso sob a ótica de uma de suas muitas mulheres. 123 min.

NÓS QUE AQUI ESTAMOS POR VÓS ESPERAMOS, 1999, direção Marcelo Masagão
País de Origem: Brasil. Duração: 73min  Sob a trilha sonora primorosa de Wim Mertens, a dualidade criação-destruição e a banalização da morte no decorrer do século mais violento da história percorrem um mosaico de centenas de imagens de arquivo extraídas de reportagens de TV, fotos antigas, filmes e clássicos do cinema. O instinto de destruição que fascinou Freud é o fio condutor de uma montagem que funde imagens a palavras, fatos históricos a uma ficção deslavada, que inventa nomes e vivências para os indivíduos sem nome que também fizeram a história. Este filme conduz o olhar pelos contrastes do século, pelos artistas, pensadores e indivíduos anônimos que construíram sua riqueza, e pelos personagens sombrios que reproduziram sua miséria. As únicas cenas captadas pelo diretor são realizadas em um cemitério, cuja inscrição do pórtico dá nome ao filme e encerra sua essência: a mortalidade como condição esquecida nos desvãos da história.

ENCOURAÇADO POTEMKIN, direção Sergei Eisenstein
Cineasta soviético, dirigiu filmes que retratam as transformações políticas e sociais ocorridas na Rússia após a Revolução de 1917. O filme se passa na Rússia. Um poderoso navio de guerra, o couraçado Potemkin, da frota do czar Nicolau II, é o palco de uma rebelião que fará parte da história. Cansados de comer carne podre, sofrerem castigos físicos e não terem direito a nada, os marinheiros revoltaram-se contra os oficiais e assumiram o controle da embarcação, unindo-se à rebelião dos operários e soldados, que em terra firme lutavam pelo ideal socialista. Este filme de Eisenstein, realizado em 1925, é uma metáfora da própria Revolução Russa, e por muito tempo foi cultuada nos círculos de esquerda. Sua riqueza técnica revolucionou a linguagem do cinema. Uma seqüência antológica é aquela em que os soldados avançam para conter a multidão, e um disparo atinge uma jovem mãe, que segurava um carrinho de bebê; a mulher cai, morta, e o carrinho avança, desgovernado, pelos degraus de uma longa escadaria, rumo à morte. Esta cena foi citada em "Os Intocáveis" (1986), de Brian DePalma. Uma curiosidade: a pronúncia correta do termo Potemkin, em russo, é "Potiônkin".

FESTA DE BABETE, 1988, direção Gabriel Axel
Dá lições em várias formas da Arte.

MORTE EM VENEZA, 1971, direção Luchino Visconti
Com música de Mahler e perfeita recriação de época. Às vésperas da Primeira Guerra Mundial, o famoso compositor Gustav von Aschenbach (Dirk Bogarde) passa as férias de verão na praia do Lido, em Veneza. O ambiente aristocrático e decadente vira palco de um acontecimento inesperado e trágico quando ele conhece o adolescente Tadzio (Björn Andrésen). O compositor acredita ter encontrado a imagem perfeita da beleza e se apaixona, num processo doloroso que o leva a rever sua vida. Adaptação da obra homônima de Thomas Mann, o maior escritor alemão do século 20.
131 min

SEDE DE VIVER, 1956, direção Vincent Minneli
Um adaptação brilhante da biografia Vincent Van Gogh (Kirk Douglas) escrita por Irving Stone. Van Gogh é o arquétipo do gênio artístico atormentado, cuja magnificência da obra contrasta com uma existência infeliz e amargurada que haveria de conduzi-lo ao suicídio. Anthony Quinn ganhou o Oscar pela sua interpretação de Paul Gauguin, outro génio da pintura amigo de Van Gogh.
Duração: 122 minutos

CAMILLE CLAUDEL, 1988, direção Bruno Nuytten
Com Isabelle Adjani e Gérard Depardieu. Grande reflexão sobre o poder devastador da arte perante a fragilidade humana. A escultora Camille, irmã do poeta Paul Claudel, possui um relacionamento de 15 anos com Rodin, primeiramente seu professor e mais tarde seu amante. Camille passa por muitos sofrimentos, que a levam à loucura. Um filme muito interessante se atentarmos para o machismo existente na personalidade de Rodin

ÉPOCA DA INOCÊNCIA, 1993, direção Martin Scorsese
Nesta adaptação do romance homônimo de Edith Wharton, escritora premiada com o Pulitzer, Scorsese experimenta o drama romântico e retrata a Nova York de 1870 e a sociedade de então, marcada pela nobreza de costumes ingleses. Um advogado (Daniel Day-Lewis) está de casamento marcado com uma jovem (Winona Ryder) da aristocracia local, quando uma condessa (Michelle Pfeiffer), prima de sua noiva, volta da Europa após separar-se do marido. As idéias dela chocam a tradicional sociedade americana e, ao tentar defendê-la, o advogado se apaixona por ela e é correspondido.
130 min

LIMITE, 1931, direção Mário Peixoto
Música: Satie, Debussy, Borodin, Ravel, Stravinski, Cesar Franck, Villa Lobos, Prokofiev. Três personagens, um homem e duas mulheres estão num barco, em alto mar. Esgotados, param de remar, abandonando-se à própria sorte e relembram o passado. As cenas revolucionárias são motivo de estudo por parte de diretores nacionais e internacionais.
110 min

THE WALL, 1982, direção Alan Parker
As fantasias delirantes de um superstar do rock, que enlouquece lentamente em um quarto de hotel. Retrata a geração Pós-Segunda Guerra, com alguns desenhos animados no meio do filme.
95 min

MEU TIO, 1958, direção Jacques Tati
O filme é uma crítica de Jacques Tati ao excesso de preocupação com bens materiais. Mousieur Hulot se atrapalha com o futurismo exagerado da casa do cunhado, mas conquista o sobrinho com seu estilo desligado e simples. Retrata de forma leve a geração do Pós-Segunda Guerra.
126 min

BILLY ELIOT, 2000, direção Stephen Daldry
Billy Elliot (Jamie Bell) é um garoto de 11 anos que vive numa pequena cidade da Inglaterra, onde o principal meio de sustento são as minas da cidade. Obrigado pelo pai a treinar boxe, Billy fica fascinado com a magia do balé, ao qual tem contato através de aulas de dança clássica que são realizadas na mesma academia onde pratica boxe. Incentivado pela professora de balé (Julie Walters), que vê em Billy um talento nato para a dança, ele resolve então pendurar as luvas de boxe e se dedicar de corpo e alma à dança, mesmo tendo que enfrentar a contrariedade de seu irmão e seu pai à sua nova atividade.
111 min

CARMEM, 1983, direção Carlos Saura
Antonio busca desesperadamente aquela que poderá ser a 'Carmen' do balé tirado da novela de Merimée e da Ópera de Bizet. O relacionamento com o grupo de Antonio é difícil para a jovem Carmen, mais por causa de Cristina, que sonha com aquele papel. Antonio explica-lhe que a personagem pedia uma mulher mais jovem e ainda mais bela do que ela, ainda que Cristina seja a melhor bailarina. Carmen é muito bonita e atraente e conquistará Antonio nesta ficção do balé que se desenrolará entremeada com a história de amor na vida real.
108 min

TANGO, 1998, direção Carlos Saura
Musical e documentário do veterano cineasta espanhol Carlos Saura, na mesma linha de 'Sevillanas' (1992) e 'Flamenco' (1995). Depois de ser abandonado pela mulher (Cecilia Narova), o cineasta argentino Mario Suarez (Miguel Ángel Sola) 'mergulha' na produção de um filme na periferia de Buenos Aires. Planeja rodar o filme 'definitivo' sobre o gênero. As dificuldades surgem quando ele se envolve com uma dançarina do elenco e quando tenta introduzir temas políticos. A trilha com o tango 'clássico' é mesclada com a música de Lalo Schifrin. A bela fotografia é de Vittorio Storaro, um dos maiores fotógrafos em atividade, antigo colaborador de Francis Ford Coppola e Bernardo Bertolucci.
105 min

QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOLF, 1996, direção Mike Nichols
George (Richard Burton), um professor universitário, e Martha (Elizabeth Taylor), sua esposa que é também filha do reitor, recebem no final da noite Nick (George Segal), um jovem professor, e Honey (Sandy Dennis), sua mulher. À medida que a noite avança, as confissões entre os quatro se tornam mais ácidas e a verdade se torna algo muito deprimente.
129 min

SONATA DE OUTONO, 1978, direção Ingmar Bergman
Ingrid Bergman interpreta uma mãe que depois de abandonar sua família pela carreira musical, tenta uma reconciliação com sua filha mais velha (Liv Ullman), numa noite de revelações dolorosas. O gênio da fotografia, Sven Nykvist, abrilhantou mais este belo filme sobre abnegação da alma humana; onde temos os dois ícones do cinema sueco, pela única vez juntos - "Ingrid Bergman e Ingmar". Obra-prima histórica e maravilhosa.
92 min

BLADE RUNNER, 1982, direção Ridley Scott
O "cult movie" da ficção científica, ficou ainda mais fantástico mostrando uma chocante visão do futuro. Por volta do ano 2000, o planeta Terra está em total decadência. Os poucos habitantes vivem aglomerados em gigantescos arranha-céus.A engenharia genética se tornou uma das maiores indústrias criando os replicantes, criaturas dotadas de extraordinária força e inteligência, praticamente indistinguíveis dos humanos. Nesta nova versão, surpreendentes revelações em torno do romance entre Deckard (Harrison Ford) e Rachel (Sean Young). Qual será a verdadeira origem do Caçador de Andróides?
117 min

O NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO, 1915, direção D.W.Griffitch Um dos maiores épicos da história do cinema e o primeiro longa-metragem americano. As batalhas da Guerra Civil ainda impressionam pelo realismo, com a orquestração magistral de uma multidão de figurantes. A Ku Klu Klan é glorificada de tal forma que dificultou a exibição de filme na televisão e no cinema nos anos subseqüentes. Mas Griffitch libertou a câmera de seus grilhões, inventando a nova linguagem de uma nova arte.

A VIDA É BELA, 1997, direção Roberto Benigni
Na Itália dos anos 40, Guido (Roberto Benigni) é levado para um campo de concentração nazista e tem que usar sua imaginação para fazer seu pequeno filho acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

MONDIGLIANI - PAIXÃO PELA VIDA, 2004, direção Mick Davis
Ele revolucionou o mundo das artes como um cometa, dançando sobre as mesas, embriagado de paixão pela vida. Inspirado pelo amor e consumido pela obcessão. Ele é o famoso pintor italiano Amadeo Mondigliani um gênio criativo que viveu e absorveu a charmosa Paris do início do século 20 com uma incontrolável atração pela beleza. Sempre com a mesma intensidade, o judeu Mondigliani amou a católica Jeanne Hebuterne e odiou o genial Pablo Picasso. Entre os diálogos que ocorrem entre Mondigliani e Picasso, um deles realmente ocorreu, quando Picasso pergunta a Mondigliani "Sabe qual é a diferença entre Picasso e Mondigliani?". Mondigliani responde receoso que não. E Picasso, sorrindo zombateiramente, fala "O sucesso!". De certo modo o que Picasso fazia era provocar até a loucura os pintores que ele considerava potencialmente bons, para que, movidos pelo ódio a ele, pudessem ir mais longe em suas habilidades. A raiva, sabia Picasso, sempre foi o motor mais poderoso para impulsionar o gênio humano. Existem alguns erros históricos, por exemplo, Mondigliani não morreu de espancamento, mas de meningite tuberculosa, no ano de 1920, não em 1929, e também nunca pediu Jeanne em casamento.

FRIDA, 2002, direção Julie Taymor
De sua relação complexa e duradoura com seu mentor e marido, Diego Rivera, passando por seu controverso e ilícito caso com Leon Trotsky e seus provocantes envolvimentos românticos com outras mulheres. Frida Kahlo levou uma vida intensa e sem limites como uma vida intensa e sem limites como uma revolucionária política, artística e sexual. O filme retrata a história da vida que Frida Kahlo compartilhou abertamente e sem medos com Diego Rivea, quad o controverso casal revolucionou o mundo artístico.

 

Brasil

CENTRAL DO BRASIL

O PAGADOR DE PROMESSAS, direção Anselmo Duarte
Zé do Burro (Leonardo Villar) e sua mulher Rosa (Glória Menezes) vivem em uma pequena propriedade a 42 quilômetros de Salvador. Um dia, o burro de estimação de Zé é atingido por um raio e ele acaba indo a um terreiro de candomblé, onde faz uma promessa a Santa Bárbara para salvar o animal. Com o restabelecimento do bicho, Zé põe-se a cumprir a promessa e doa metade de seu sítio, para depois começar uma caminhada rumo a Salvador, carregando nas costas uma imensa cruz de madeira. Mas a via crucis de Zé ainda se torna mais angustiante ao ver sua mulher se engraçar com oc afetão Bonitão (Geraldo Del Rey) e ao encontrar a resistência ferrenha do padre Olavo (Dionísio Azevedo) a negar-lhe a entrada em sua igreja, pela razão de Zé haver feito sua promessa em um terreiro de macumba.

 

QUESTÕES

 

1 - (ENEM, 2009)

 Figura 1

Disponível em: <http://www.vemprabrotas.com.br/pcastro5/campanas/campanas.htm>. Acesso em: 24 abr. 2009.

 

 Figura 2

 

Disponível em: <http://www.cultura.gov.br/site/wpcontent/uploads/2008/02/cadeira-real.jpg>. Acesso em: 30 abr. 2009.

 

Comparando as figuras, que apresentam mobiliários de épocas diferentes, ou seja, a figura 1 corresponde a um projeto elaborado por Fernando e Humberto Campana e a figura 2, a um mobiliário do reinado de D. João VI, pode-se afirmar que:

 

(A) os materiais e as ferramentas usados na confecção do mobiliário de Fernando e Humberto Campana, assim como os materiais e as ferramentas utilizados na confecção do mobiliário do reinado de D. João VI, determinaram a estética das cadeiras.

(B) as formas predominantes no mobiliário de Fernando e Humberto Campana são complexas, enquanto que as formas do mobiliário do reinado de D. João VI são simples, geométricas e elásticas.

(C) o artesanato é o atual processo de criação de mobiliários empregado por Fernando e Humberto Campana, enquanto que o mobiliário do reinado de D. João VI foi industrial.

(D) ao longo do tempo, desde o reinado de D. João VI, o mobiliário foi se adaptando consoante as necessidades humanas, a capacidade técnica e a sensibilidade estética de uma sociedade.

(E) o mobiliário de Fernando e Humberto Campana, ao contrário daquele do reinado de D. João VI, considera primordialmente o conforto que a cadeira pode proporcionar, ou seja, a função em detrimento da forma.

 

 

2 - (FGV, 2008, Fase 1) Observe, com atenção, a reprodução da obra abaixo. Trata-se de “Bicho”, da artista mineira Lygia Clark. Ela reflete um momento importante na história da arte brasileira, que é a defesa da participação do observador na obra de arte; ao mesmo tempo, contém em sua forma elementos que dialogam com a tradição da arte, em particular, da arte concreta. A obra foi realizada em alumínio, visando a permitir sua reprodução em escala industrial.

Considerando os elementos presentes na obra e as informações ora trazidas, responda, em um texto dissertativo, de não mais do que 15 linhas:

a. Quais movimentos culturais e sociais fizeram parte desse período?

b. Que elementos da obra evidenciam o diálogo mencionado nesta Questão?

c. Como a participação do observador pode ocorrer nessa obra?

d. Em que medida o uso do material reflete o contexto brasileiro no fim dos anos 50 e início dos 60?

 

 

“Bicho” (1960) de Lygia Clark - coleção Gilberto Chateaubriand

Pontual, Roberto. Entre Dois Séculos; arte brasileira do séc. XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Editora JB, 1987

 

 

3 - (ENADE, 2008) O filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), talvez o pensador moderno mais incômodo e provocativo, influenciou várias gerações e movimentos artísticos. O Expressionismo, que teve forte influência desse filósofo, contribuiu para o pensamento contrário ao racionalismo moderno e ao trabalho mecânico, através do embate entre a razão e a fantasia.

As obras desse movimento deixam de priorizar o padrão de beleza tradicional para enfocar a instabilidade da vida, marcada por angústia, dor, inadequação do artista diante da realidade.

Das obras a seguir, a que reflete esse enfoque artístico é:

 

(A) (B) (C)

Homem idoso na poltrona

Rembrandt van Rijn - Louvre, Paris

Disponível em: http://www.allposters.com/
gallery.asp?startat=/
getposter.aspolAPNum=1350898

Figura e borboleta

Milton Dacosta

Disponível em:
http://www.unesp.br
/ouvidoria/publicacoes/ed_0805.php

O grito

Edvard Munch - Museu Munch, Oslo

Disponível em:
http://members.cox.net/
claregerber2/The%20Scream2.jpg

(D) (E)  
 

Menino mordido por um lagarto

Michelangelo Merisi (Caravaggio) - National

Gallery, Londres

Disponível em:
http://vr.theatre.ntu.edu.tw/
artsfileartists/images/Caravaggio/
Caravaggio024/File1.jpg

Abaporu - Tarsila do Amaral

Disponível em: http://tarsiladoamaral.com.br/

 

 

 

4 - (ENEM, 2008)


Na obra Entrudo, de Jean-Baptiste Debret (1768-1848), apresentada acima:

 

A) registram-se cenas da vida íntima dos senhores de engenho e suas relações com os escravos.

B) identifica-se a presença de traços marcantes do movimento artístico denominado Cubismo.

C) identificam-se, nas fisionomias, sentimentos de angústia e inquietações que revelam as relações conflituosas entre senhores e escravos.

D) observa-se a composição harmoniosa e destacam-se as imagens que representam figuras humanas.

E) constata-se que o artista utilizava a técnica do óleo sobre tela, com pinceladas breves e manchas, sem delinear as figuras ou as fisionomias.

 

 

5 - (ENEM, 2009)

TEXTO A

Oiticica, Hélio. Metaesquema I, 1958. Guache s/ cartão. 52 cm x 64 cm. Museu de Arte Contemporânea – MAC/USP. Disponível em: http://www.mac.usp.br. Acesso em: 01 maio 2009.

 

TEXTO B

Metaesquema I

Alguns artistas remobilizam as linguagens geométricas no sentido de permitir que o apreciador participe da obra de forma efetiva. Nesta obra, como o próprio nome define: meta – dimensão virtual de movimento, tempo e espaço; esquema – estruturas, os Metaesquemas são estruturas que parecem movimentar-se no espaço. Esse trabalho mostra o deslocamento de figuras geométricas simples dentro de um campo limitado: a superfície do papel. A isso podemos somar a observação da precisão na divisão e no espaçamento entre as figuras, mostrando que, além de transgressor e muito radical, Oiticica também era um artista extremamente rigoroso com a técnica.

Disponível em: http://www.mac.usp.br. Acesso em 02 maio 2009 (adaptado).

 

Alguns artistas remobilizam as linguagens geométricas no sentido de permitir que o apreciador participe da obra de forma mais efetiva. Levando-se em consideração o texto e a obra Metaesquema I, reproduzidos acima, verifica-se que

 (a)   a obra confirma a visão do texto quanto à idéia de estruturas que parecem se movimentar, no campo limitado do papel, procurando envolver de maneira mais efetiva o olhar do observador.

 (b)   a falta de exatidão no espaçamento entre as figuras (retângulos) mostra a falta de rigor da técnica empregada dando à obra um estilo apenas decorativo.

 (c)   Metaesquema I é uma obra criada pelo artista para alegrar o dia-a-dia, ou seja, de caráter utilitário.

 (d)   a obra representa a realidade visível, ou seja, espelha o mundo de forma concreta.

 (e)   a visão de representação das figuras geométricas e rígidas, propondo uma arte figurativa.

 

 

6 - (ENEM, 2009) Em Touro Indomável, que a cinemateca lança nesta semana nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a dor maior e a violência verdadeira vem dos deomnios de La Motta – que fizeram dele tanto um astro de ringue como um homem fadado à destruição. Dirigida como um sendo vestiginoso do destino de seu personagem, essa obra-prima de Martin Scorcese é daqueles filmes que falam à perfeição de seu tema (o boxe) para então transcendê-lo e tratar do que importa: aquilo que faz dos seres humanos apenas isso mesmo, humanos e tremendamente imperfeitos.

 

Revista Veja, 18 fev 2009 (adaptado).

Ao escolher este gênero textual, o produtor do texto objetivou

(a)   construir uma apreciação irônica do filme.

(b)   evidenciar argumentos contrários ao filme de Scorcese.

(c)   elaborar uma narrativa com descrição de tipos literários.

(d)   apresentar ao leitor um painel da obra e se posicionar criticamente.

(e)   afirmar que o filme transcende o seu objetivo inicial e por isso, perde sua qualidade.

 

 

7 - (ENEM, 2009) Observe a obra “Objeto Cinético”, de Abraham Palatnik, 1966.

 

Disponível em: http:/www.cronopios.com.br. Acesso em: 29 abr. 2009.

 

A arte cinética desenvolveu-se a partir de um interesse do artista plástico pela criação de objetos que se moviam por meio de motores ou outros recursos mecânicos. A obra “Objeto Cinético”, do artista plástico brasileiro Abraham Palatnik, pioneiro da arte cinética,

 

(a)   é uma arte do espaço e da luz.

(b)   muda com o tempo, pois produz movimento.

(c)   capta e dissemina a luz em suas ondulações.

(d)   é assim denominada, pois explora efeitos retinianos.

(e)   explora o quanto a luz pode ser usada para criar movimento.

 

RESOLUÇÕES

 

 

1 - D

 

2 - Modelo de Respostas:

0%:

exemplo 1

O material utilizado reflete o auge da indústria de alumínio, nesse período em que a obra foi produzida, a arte no Brasil estava mostrando o que o autor sentia e ao mesmo tempo a defesa do que o observador achava sobre a obra, sendo isso evidenciado pelo jeito como foi feito, parecendo o alumínio o rosto de um animal.

exemplo 2

O monumento cultural que fez parte desse período foi a semana de arte moderna, onde muitos artistas participaram e o movimento era uma “recriação” daquilo que era arte. Foi nessa época, onde o conceito e a visão sobre aquilo que era arte mudou. Cada um interpretava essa escultura de um modo diferente. Pode- se dizer que a artista em um momento de transição do surrealismo para o futurismo, onde o uso de metal é muito constante, as formas são um pouco contorcidas, não dão uma noção muito clara e foi onde os artistas mais representavam as esculturas e quadros mais modernos, inovadores e tecnológicos.

 

25%:

exemplo 1

Foi a época que começou a ditadura e através dessa obra pode-se perceber que era o modo como os artistas podiam se expressar. O fato de ser um conjunto de formas (pirâmides) interligadas, faz com que o formas, enfim, em tudo relata o que achou. Ele que busca o verdadeiro significado da obra e também repara no material utilizado. Pois foi nessa época que a indústria brasileira teve um desenvolvimento muito acelerado possibilitando construções de monumentos e estátuas em escalas industriais.

exemplo 2

O material usado evidencia o progresso industrial trazido entre os anos 50 e 60 por JK, que abriu o mercado brasileiro para investimentos estrangeiros. O observador pode moldar a obra e fazê-la adquirir uma nova forma – pela presença de dobradiças, como bem desejar. A obra não só contem aspectos estéticos importantes (deixando os significados em segundo plano) como também procura estabelecer vínculos com o passado. Movia nessa época, movimentos de defesa das minorias, como mulheres e negros, alem da procura pela paz ao invés de contextos violentos e emancipação jovem.

 

50%:

exemplo 1

A participação do observador na obra de arte acontece na medida em que ele pode manipular as dobradiças, interagindo e mudando o formato da obra. O alumínio passou a ser amplamente utilizado a partir dos anos 60, ocorrendo uma popularização desse material. Portanto, ao utilizá-lo na confecção da obra de arte, a artista manifesta a intenção de tornar a obra acessível ao publico.

exemplo 2

Lygia Clark pertenceu ao movimento concretismo, porem através de suas obras questionava o racionalismo exarcebado do concretismo enfatizando a relação autor, obra e ruídos. Dependendo a participação do observador na obra, essa feita de placas de metal e dobradiças permitiam o contato, que modifica a obra, atribuindo-lhe novas aparências. Essa característica atribui a obra uma maio “vivacidade”. Seu material reflete o intenso período de industrialização que o país vinha passando principalmente durante o governo JK, por exemplo.

 

75%:

exemplo 1

Lygia Clark em “Bicho” reflete com propriedade aspectos de sua arte e da sociedade brasileira dos anos 60. Ela assume o neo-concretismo (idéias baseadas em Malevich) isso é, afirma que deve haver interação entre o público e a obra, despertando os sentidos do observador. Esse movimento refletiu-se na literatura através de Aroldo de Campos, por exemplo. Outro movimento desse período foi a Bossa nova (1950), mais tarde o Cinema Novo, com Glauber Rocha e o Tropicalismo. O material explora os sentidos, pode ser alterada pelo observador, interagindo com o público, inova pelo material e garante a supremacia da arte.

exemplo 2

A artista Lygia Clark pertence ao neoconcretismo, como Hélio Oiticica. Fez parte também de um movimento, o grupo Ruptura que era contra a representação da paisagem na arte e adepta da geometrização dela, assim como Geraldo Barros. A arte concreta se opunha ao abstracionismo, livrando-se de interpretações subjetivas e enigmas nas obras, defendendo “a arte,é o que você vê”, algo como Alberto Caeiro acredita:ver sem pensar. A não utilização de base nas esculturas permite a interação da obra com o ambiente, e Lygia também defendia que a arte não fosse restrita aos museus, pois ela estava também nas ruas. O observador pode manusear a obra, participando e interagindo com ela. Com o desenvolvimentismo de JK, o alumínio e a produção industrial se expandiu para as artes.

 

100%:

exemplo 1

A obra “Bicho”, realizada em 1958 remete a época do desenvolvimento brasileiro nos anos JK, onde eclodiram movimentos culturais como por exemplo a bossa nova. Os anos de ouro também são marcados pelo desenvolvimento da industria de base-material que confere a obra de Lygia Clark, o alumínio. A artista acreditava na interação do espectador com a obra, e “Bicho” é uma estrutura moldável de acordo com o espectador. A obra tem a função de levar arte as massas e de fazer com que todos interajam com ela, e vale-se de elementos geométricos típicos da arte concretista da época, como linhas puras, perfeitamente evidenciadas no trabalho de Lygia Clark.

 

 

3 - C

 

4 - D - Mesmo sem explorar com maior riqueza de detalhes os elementos da obra de Debret, não sinaliza nenhum tipo de problema maior. Se melhor elaborada fosse, a resposta poderia salientar o caráter lúdico que a manifestação trabalhada tem em si. Além disso, poderia fornecer mais informações relacionando a situação dos escravos no século XIX com sua presença nesse tipo de evento na sociedade da época.

 

 

5 - A

 

6 - D

 

 

7 - B

, 1998, direção Walter Salles Jr.
Mulher, que escreve cartas para analfabetos na Central do Brasil, ajuda menino, após sua mãe ser atropelada, a tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste. Prêmio de Melhor Atriz e Melhor Filme no Festival de Berlim e vencedor do Globo do Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. 112 min.

TIRADENTES
, direção Geraldo Vietri
A trajetória de Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes, na luta contra os colonizadores portugueses, a Inconfidência Mineira e o enforcamento do homem que assumiu a liderança de um dos mais importantes movimentos libertários do Brasil.

INDEPENDÊNCIA OU MORTE, direção Carlos Coimbra
As circunstâncias que levaram D. Pedro I a proclamar a independência do Brasil, as intrigas palacianas e o escândalo causado pela paixão do imperador por uma mulher do povo.

DESCOBRIMENTO DO BRASIL
, direção Humberto Mauro
A carta de Pero Vaz de Caminha serve como pano de fundo para a narrativa de viagem de Pedro Álvares Cabral, do Tejo ao Brasil, culminando com a realização da primeira missa no Novo Mundo.

POLICARPO QUARESMA - HERÓI DO BRASIL
, direção Paulo Thiago
No Rio da virada do século, major visionário e idealista luta para implementar mirabolantes idéias, que ele acredita serem capazes de criar uma grande nação. Adaptação do clássico "O Triste Fim de Policarpo Quaresma", de Lima Barreto.

LAMARCA
, direção Sérgio Rezende
Crônica dos últimos dois anos na vida do capitão do exército que, nos anos de ditadura, desertou das forças armadas, e passou a fazer oposição tornando-se um dos mais destacados líderes da luta armada.

PRA FRENTE BRASIL
, direção Roberto Farias
Pacato cidadão de classe média é confundido com um ativista político, preso, e torturado por agentes federais durante a euforia do milagre econômico brasileiro e da Copa do Mundo de 70, Prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado.

CARLOTA JOAQUINA
, direção Carla Camuratti
Aos 10 anos, a infanta espanhola Carlota Joaquina é prometida a D. João VI de Portugal. É o início de uma trajetória de brigas, infidelidade e rusgas pelo poder, que levam o casal, após herdar o trono, ao Brasil, para fugir do avanço das tropas napoleônicas.

O QUATRILHO
, direção Walter Salles Jr.
A saga da imigração italiana no Sul do Brasil, entre 1910 e 1930, na história de dois casais, Ângelo e Teresa e Pierina e Massimo. A tradição de valores são rompidos quando Pierina e Ângelo se apaixonam e fogem, deixando tudo para trás. Baseado no romance de José Clemente Pozenato. Indicado para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
, 1965.
As relações de poder na Idade Média se revelam nesta história, ambientada no Norte da França, que fala sobre um cavaleiro a serviço do Duque da Normandia. 123 min.

O INCRÍVEL EXÉRCITO DE BRANCALEONE
, 1965, direção de Mário Monicelli.
Ótima sátira sobre a Idade Média e cavaleiros medievais. 90 min.
, direção Jean-Jacques Annaud, baseado no romance de Umberto Eco
O ano 1327, representantes da Ordem Franciscana e a Delegação Papal se reunem num monastério Benedictino para uma conferência. Mas a missão deles subtamente ofuscada por uma série de assassinatos. Utilizando sua brilhante capacidade de dedução o monge Franciscano Willian de Baskerville, auxiliado pelo seu noviço Adso de Melk, se emprenha para desvendar o mistério.O monastério é visitado pelo seu antigo desafeto, o Inquisidor Bernardo Gui, que está determinado a erradicar a heresia através da tortura. Mas à medida que Bernardo Gui se prepara para acender a fogueira da Inquisição, Willian e Adso voltam à biblioteca labirintesca e descobrem uma verdadeira e extraordinária. 130 min.

Além de exigir que o aluno domine as disciplinas tradicionais do ensino médio, tornou-se comum os vestibulares cobrarem também conhecimentos de arte, que são pedidos inclusive no novo Enem.

Questões sobre manifestações plásticas, cênicas e visuais e sobre música deverão ser respondidas, ao menos, pelos 4,5 milhões de estudantes inscritos no Enem e pelos candidatos de Unesp, FGV-Direito e UnB (Universidade de Brasília).

Mas não é preciso entrar em pânico. Os organizadores dos exames seletivos dizem que não serão cobrados conhecimentos específicos, mas sim capacidades interpretativas, de relacionar as artes com outras disciplinas e com o cotidiano.

Na Unesp, a disciplina foi incluída no programa neste ano, como parte de um conjunto de alterações que modificou todo o vestibular da instituição.

Também no novo Enem é a primeira vez que as artes estão explicitamente entre as matérias cobradas.

Inep e Vunesp, organizadores, respectivamente, do Enem e do exame da Unesp, dizem que o conteúdo de suas provas é baseado nos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), que orientam o currículo do ensino médio. Ou seja, não vão pedir nada além do que o aluno aprendeu na escola.

A Fuvest só cobra artes na prova de habilidades específicas.

Na FGV-Direito e na UnB, as questões de artes não são novidade. Desde o primeiro vestibular para direito na FGV, em 2004, o exame tem perguntas de artes visuais (plásticas e cinema) e literatura.

José Garcez Ghirardi, coordenador de metodologia, diz que, para a FGV, cobrar habilidades nessa área ajuda a selecionar os alunos que a instituição quer. "Eles devem ser capazes de apontar formas diferentes de construir o mundo", diz.

Uma dica para ir bem na prova de artes é estar atento às opções de lazer e cultura. "Incentivo os alunos a irem a museus, cinema, teatro", diz Augusta Pereira, professora de literatura do Cursinho do XI, que vê nos passeios uma forma de complementar o aprendizado.

Mas a coordenação do vestibular da Unesp adverte: "Conselhos como sugerir que se vejam mais filmes ou mais peças de teatro ou se visitem mais museus são ineficientes se o aluno não apresentou um desempenho satisfatório ao longo dos anos de escola, pois não o levarão a aprender o que não aprendeu no tempo devido".

O formato deixa o vestibulando Esdras dos Santos, 24, tranquilo. Candidato a arquitetura, ele dá aulas de violão e já fez vários cursos de desenho.

Esdras diz que intensificou idas a museus no último ano e, na companhia da namorada -também vestibulanda-, tem assistido a filmes relacionados a história, literatura e arte. Ele ainda usa da internet para pesquisar mais sobre os temas.

Contatos

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